A Ação Formativa surge, em 2020, da necessidade constatada de implementar ações para orientar os profissionais da educação, do inciso II, do artigo 61 da LDB 9394/96 que estavam em escolas e demais espaços educativos e necessitavam responder diante de uma pandemia de COVID-19. As entidades que congregam esses profissionais da educação, diante desse período atípico, que se configurou pela necessidade do isolamento social, unidas passaram a trabalhar de forma coletiva, cooperativa, através do uso de tecnologias e redes sociais oferecendo todas as informações e conectando diferentes espaços do território nacional através de interações de dados e projetos.
Uniram-se em torno desse projeto, inicialmente, as seguintes associações e sindicato: ACSE (MS), AIERGS(RS), AMIE(MG), ASESC (SC), ASISEAL (AL), ASSERS (RS) e SINDESPE (MG). As entidades ASFOE (RJ), APIES (RJ), AOESC (SC) e AOERGS (RS) aderiram ao projeto no transcorrer das atividades dos anos pandêmicos.
A AFOR convida entidades de profissionais da educação, da área do art. 61, inciso II da LDB 9394/96, para que entrem em contato, venham participar e coletivamente continuarmos esse processo de construção de conhecimento e valorização profissional dos nossos saberes e fazeres.
Clique aqui para ver o documento em pdf, ou leia abaixo:
CARTA DO III CONGRESSO NACIONAL DA AÇÃO FORMATIVA
Entre os dias 20 e 22 de agosto de 2025, na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, realizou-se o III Congresso Nacional da Ação Formativa, reunindo profissionais da educação, especialmente das áreas de supervisão, inspeção e orientação educacional, além de pesquisadores, estudantes, representantes de instituições de ensino e entidades educacionais de diversas regiões do país. O encontro teve como tema central: “Plano Nacional de Educação e os profissionais da educação (supervisão, inspeção e orientação educacional): as perspectivas para a formação e valorização permanente por meio da análise das metas e diretrizes políticas”.
O Congresso consolidou-se como um espaço de escuta, diálogo e construção coletiva, reafirmando o compromisso com a defesa de uma educação pública, gratuita, laica, democrática e de qualidade socialmente referenciada. A partir de uma análise crítica das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e das diretrizes que orientam as políticas educacionais em curso, foram debatidos os seguintes aspectos fundamentais:
Precarização das condições de trabalho. A ausência de infraestrutura adequada, a sobrecarga de tarefas e a intensificação das exigências burocráticas afetam diretamente a qualidade do trabalho educacional.
Adoecimento físico e mental dos profissionais da educação. Evidenciado como consequência direta das condições precárias de trabalho, da pressão por resultados e da desvalorização simbólica e institucional da categoria.
Invisibilidade das funções de suporte pedagógico previstas no inciso II do artigo 61 da LDB 9394/96. Supervisores, orientadores e inspetores educacionais seguem excluídos das políticas de valorização e formação continuada, mesmo desempenhando papel essencial na mediação entre as políticas públicas e as práticas escolares.
Ausência de políticas específicas de formação e carreira para esses profissionais. A carência de diretrizes nacionais que contemplem a formação inicial e continuada, bem como a estruturação de planos de carreira, compromete a eficácia do trabalho pedagógico integrado.
Necessidade de organização jurídica da Ação Formativa. Deliberou-se que a entidade deve formalizar-se juridicamente, com o objetivo de representar nacionalmente os profissionais da supervisão, inspeção e orientação educacional nas lutas por valorização, direitos e reconhecimento institucional.
Plataformização do ensino. O avanço acelerado da mediação digital nas práticas pedagógicas e administrativas impondo modelos tecnicistas, desumanizados e desvinculados da realidade das escolas, impactando negativamente a autonomia docente e o trabalho pedagógico coletivo.
O III Congresso Nacional da Ação Formativa reafirma que não é possível avançar na construção de uma educação democrática sem o fortalecimento efetivo das funções de suporte pedagógico, que são parte estruturante do trabalho educativo nas redes de ensino. A valorização desses profissionais, com formação específica, condições dignas de trabalho, carreira estruturada e remuneração compatível com suas responsabilidades, é condição indispensável para o cumprimento das metas do PNE e para a garantia de uma educação comprometida com os direitos humanos, a equidade e a justiça social.
Ação Formativa - III CONNAFOR
Campo Grande/MS, 22 de agosto de 2025.
A AFOR concretiza o Observatório AFOR dos Profissionais da Educação, espaço permanente de pesquisa, produção, sistematização e disseminação de conhecimentos sobre os profissionais que constituem a educação pública brasileira, com atenção especial aos trabalhadores previstos no inciso II do art. 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A iniciativa resulta da trajetória da AFOR e da necessidade de enfrentar a invisibilidade que ainda marca esses profissionais nas estatísticas, nas pesquisas, nas legislações, nos planos de educação e nas políticas públicas, apesar da relevância de suas funções na organização pedagógica, administrativa e na gestão da educação.
A quem fez parte desta travessia,
há encontros que terminam quando as portas se fecham.
E há encontros que continuam muito depois que voltamos para casa.
O IV CONNAFOR foi desses.
Foram dias de escuta, diálogo, aprendizado, coragem e construção coletiva. Dias em que diferentes histórias, experiências e perspectivas encontraram um mesmo propósito: fortalecer a educação pública e valorizar aqueles que fazem dela uma realidade todos os dias.
Por isso, esta mensagem é para cada pessoa que chegou. Para quem participou, ouviu, falou, perguntou, ensinou, aprendeu, organizou, acolheu e acreditou.
- Para cada palestrante que compartilhou conhecimento.
- Para cada participante que trouxe sua experiência.
- Para cada equipe que trabalhou nos bastidores.
- Para cada parceiro que caminhou conosco.
- Para cada pessoa que, de alguma forma, deixou sua marca nesta edição.
Maceió nos acolheu.
Recebeu o CONNAFOR com o mar, o sol, suas paisagens e sua história.
Mas, acima de tudo, nos recebeu através das pessoas.
Pessoas que acolheram.
Pessoas que trabalharam.
Pessoas que ofereceram apoio, presença e parceria.
Pessoas que fizeram parte.
Cada gesto, cada colaboração e cada mão estendida ajudou a construir os dias que vivemos.
Porque um congresso não acontece apenas em um lugar. Acontece nas relações que tornam possível o encontro.
E foi essa rede de pessoas — com seus diferentes talentos, esforços e compromissos — que fez o IV CONNAFOR acontecer.
Foi assim que descobrimos, mais uma vez, que uma força coletiva não nasce de uma única voz.
Ela nasce quando muitas pessoas decidem caminhar juntas, cada uma contribuindo com aquilo que pode oferecer.
Que tudo aquilo que vivemos em Maceió continue reverberando nas escolas, nos espaços de formação, nas redes de educação e nas escolhas que fazemos todos os dias.
Obrigada por fazer parte desta história.
O IV CONNAFOR termina.
A nossa caminhada, não.
Na pessoa do presidente da ASISEAL Roberdouglas Rocha entregamos o nosso agradecimento e abraço para Maceió, Alagoas.
A reflexão da professora Jaqueline Moll nos provoca a olhar para além dos números. O IDEB é um indicador importante, mas nenhum índice, por si só, consegue traduzir a complexidade da escola, das aprendizagens e do desenvolvimento integral dos estudantes.
Uma escola não é apenas o resultado de uma prova. Muitos questionamentos nos auxiliam na reflexão.
Onde estão, no indicador, as condições de trabalho dos profissionais da educação? A formação continuada? A infraestrutura? As práticas pedagógicas? A gestão democrática? A inclusão? As relações construídas no cotidiano? O direito de aprender e de permanecer na escola?
Avaliar é necessário e importante, porém precisamos perguntar: avaliar para quê e a serviço de que projeto de educação?
Que os indicadores sejam instrumentos para compreender e transformar a realidade, e não metas que reduzam a escola a uma nota. A educação vai além de um índice, precisa traduzir-se no conhecimento da sua sociedade.
A Comissão Científica do IV CONNAFOR reuniu-se no dia 29 de julho para acompanhar o andamento da organização acadêmica do congresso. Até o momento, foram recebidas 19 submissões de trabalhos, que serão avaliadas por pareceristas especializados, assegurando o rigor científico do processo.
Durante a reunião, foi aprovada a prorrogação do prazo para submissão de trabalhos até o dia 2 de agosto de 2026, às 23h59, com o objetivo de ampliar a participação da comunidade acadêmica. A divulgação dos resultados ocorrerá até o dia 7 de agosto, podendo os autores ser comunicados antecipadamente à medida que seus pareceres forem concluídos.
Também foram apresentados os avanços na programação científica, na estrutura que sediará o evento em Maceió/AL e nas articulações institucionais que vêm fortalecendo o IV CONNAFOR como espaço nacional de formação, pesquisa e defesa da educação pública.
Ainda há tempo para participar. Submeta seu trabalho e venha construir esse importante espaço de diálogo e produção de conhecimento.
Formação, Pesquisa, Produção de Conhecimento
Registrar é ousar: transforme sua prática em legado
A escrita transforma experiências em conhecimento.
A Ação Formativa convida você para o terceiro e último "Círculo de Escrita" da série preparatória ao IV Congresso Nacional da Ação Formativa (IV CONNAFOR). Nesta edição, dedicada ao resumo expandido, gênero acadêmico que sistematiza experiências, articula teoria e prática e fortalece a produção do conhecimento pelos profissionais da educação.
Teremos a honra de receber a Professora Doutora Carmen Lucia Bezerra Machado, professora titular da UFRGS, pesquisadora e referência na formação de professores e na escrita acadêmica, que desenvolverá o tema: Escrita alegrêmica: entre o saber e a ciência. O compartilhar dos registros de práticas.
Inspirada na concepção de Alegremia, formulada pelo médico e sanitarista argentino Julio Monsalvo, a atividade propõe compreender a escrita como um processo vivo de reflexão, autoria e elaboração do conhecimento, transformando os registros das práticas educativas em pesquisa e produção científica.
📅 22 de julho, 19h (horário de Brasília)
A gravação desta atividade encontra-se disponível na seção Connafor 2026 / Círculos de Escrita
Participe deste espaço de formação e valorização do registro pedagógico como prática de reflexão, autoria e produção de conhecimento.
Formação, Pesquisa, Produção de Conhecimento
Registrar é ousar: transforme sua prática em legado
Profissional da educação: venha registrar, interagir e compartilhar saberes por meio da escrita. Nesse encontro, vamos explorar o relato de experiência como forma de produzir e socializar conhecimento a partir da prática cotidiana escolar.
Com a mediação de Estela Kohlrausch, Doutora e Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com período de cotutela na Goethe Universität (Alemanha) através de bolsa do DAAD, e experiência na escrita e publicação de artigos, capítulos e livros acadêmicos, além de atuação na avaliação de periódicos científicos.
Garanta sua vaga e venha escrever novas histórias da educação!
📅 16 de julho, 19h (horário de Brasília)
A gravação desta atividade encontra-se disponível na seção Connafor 2026 / Círculos de Escrita
Participe deste espaço de formação e valorização do registro pedagógico como prática de reflexão, autoria e produção de conhecimento.
Formação, Pesquisa, Produção de Conhecimento
Registrar é ousar: transforme sua prática em legado
Para os profissionais da educação, a escrita não se reduz a um relatório de rotina. Ela se constitui como uma potente ferramenta de formação, de preservação da memória pedagógica e de produção de conhecimento. Registrar as ações cotidianas é um gesto ético e político que permite consolidar a história do trabalho educativo e transformar a experiência vivida em legado formativo.
Na primeira atividade do Projeto Círculos de Escrita: Formação, Pesquisa, Produção de conhecimento, preparatória ao IV CONNAFOR, teremos a oportunidade de aprofundar essa reflexão em um diálogo formativo com a Professora Ana Lúcia Souza de Freitas. Doutora em Educação, pesquisadora e com sólida trajetória acadêmica e profissional entre o Brasil e a França, a professora Ana traz uma contribuição teórica e prática fundamental para discutir a centralidade da Carta Pedagógica na formação docente. Trata-se de uma oportunidade singular de escuta, diálogo e interlocução com uma pesquisadora que articula, com densidade, teoria e experiência na docência.
📅 08 de julho, 19h (horário de Brasília)
A gravação desta atividade encontra-se disponível na seção Connafor 2026 / Círculos de Escrita
Participe deste espaço de formação e valorização do registro pedagógico como prática de reflexão, autoria e produção de conhecimento.
Projeto Círculo de Escrita: Formação, Pesquisa e Produção de Conhecimento, uma iniciativa da Ação Formativa voltada à reflexão, à sistematização das práticas pedagógicas e à produção de conhecimento.
No dia 8 de julho/2026, Ana Lúcia Souza de Freitas conduziu o encontro sobre Cartas Pedagógicas. No dia 16 de julho, Estela Kohlrausch abordou o Relato de Experiência. E o Resumo Expandido - Escrita Alegrêmica foi apresentado por Carmen Lucia Bezerra Machado, dia 22 de julho.
Participe deste espaço de formação e valorização do registro pedagógico como prática de reflexão, autoria e produção de conhecimento.
A gravação destas atividades encontram-se disponíveis na seção Connafor 2026 / Círculos de Escrita
A Associação Mineira de Inspetores Escolares (AMIE) traduz, em sua trajetória, a força da luta coletiva, a firmeza na defesa da educação e o compromisso permanente com a formação crítica e humanizada, promovendo em seu quadro de associados o fortalecimento da inspeção escolar. Cofundadora da Associação Formativa (AFOR) e alicerce fundamental, na solidariedade e na cooperação para a existência dos Congressos Nacionais da AFOR (CONNAFOR). Assim a AMIE estabelece diálogos, amplia saberes e reafirma, com consciência, afeto e resistência, caminhos transformadores para a educação. Companheiras e companheiros de construção de ações, transformações, na presença para quebrar o individualismo e construir coletivamente uma sociedade referenciada na justiça social. Enfim, de formar e firmar, além da transformação, memórias na História da Educação brasileira.
Junt@s somos mais fortes! Parabéns! Vida longa!
A Associação dos Supervisores Escolares do Estado do Rio Grande do Sul (ASSERS) participou de audiência pública realizada no dia 5 de maio de 2026, às 10h30min, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, no âmbito da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, presidida pela deputada Patrícia Alba, com a presença da deputada Sofia Cavedon, da presidente Nina Ventimiglia, do supervisor e sócio Gilson Bueno e dos representantes da Secretaria Estadual da Educação, Diego Ferrugem e Katia Rocha.
Durante a audiência, a presidente da ASSERS, Nina Ventimiglia, apresentou as principais pautas da categoria, reafirmando a supervisão educacional como profissional da educação previsto no inciso II do artigo 61 da LDB nº 9.394/96, destacando seu papel como articuladora do trabalho pedagógico e estruturante do processo educativo.
Na sequência, o supervisor Gilson Souza Bueno apresentou uma análise objetiva das condições de trabalho da categoria, destacando a existência de carga horária invisibilizada, o acúmulo de funções, o excesso de sistemas e planilhas, a substituição recorrente de docentes e os impactos da sobrecarga na organização do cotidiano escolar.
A deputada Sofia Cavedon manifestou-se em apoio às colocações apresentadas, destacando a mobilização da categoria e reconhecendo a legitimidade das reivindicações apresentadas pelos supervisores escolares.
Após essa manifestação, os representantes da Secretaria Estadual da Educação, Diego Ferrugem e Katia Rocha, apresentaram informações institucionais sobre ações em curso, destacando medidas relacionadas à gestão de recursos humanos, programas educacionais e iniciativas voltadas ao fortalecimento da supervisão escolar no âmbito da política educacional do Estado.
No período de inscrições livres, também contribuíram com manifestações a supervisora Joice, Rita Porto, Ana Lúcia S. Freitas e Elber Belardinelli, ampliando o debate com relatos sobre as condições concretas vividas nas escolas e na supervisão educacional.
Ao final, a deputada Patrícia Alba manifestou apoio às pautas apresentadas, destacando a relevância da categoria e a necessidade de dar continuidade à luta por valorização e melhores condições de trabalho, com fortalecimento do papel da supervisão no contexto da educação pública.
A ASSERS dará sequência às suas atividades em prol do reconhecimento e da valorização de seus associados e demais colegas, reafirmando seu compromisso com a defesa da supervisão educacional e da qualidade da educação pública. Fica um convite para você, supervisor ou supervisora que ainda não faz parte da ASSERS para que venha juntar força conosco na luta pela nossa regulamentação e valorização salarial.
Assista a íntegra no link https://www.youtube.com/live/8IROvBWyMkg?si=rhv4g2JvbPL1ZN_C&t=7797
Ou no canal da Assembleia Legislativa: youtube.com/@al_rs (playlist Audiências Públicas/Comissão de Educação/5mai26)
A audiência pública realizada no dia 15/04/2026, presidida pela Dep. Beatriz Cerqueira, marcou um momento importante de escuta e visibilidade para os Especialistas em Educação Básica (EEBs) de Minas Gerais.
Foram mais de 300 participantes acompanhando virtualmente, um recorde de participação, reunindo centenas de profissionais que vivenciam, diariamente, situações de assédio moral e desvio de função. Suas vozes foram ouvidas e acolhidas.
A presidente do SINDESPE-MG, Raquel Lacerda, apresentou questionamentos diretos aos representantes da SEE/MG. Os retornos, no entanto, evidenciaram um distanciamento da realidade enfrentada pelos EEBs, chegando à alegação de desconhecimento dessas situações.
Reforçamos: o sindicato sempre levou essas pautas à SEE/MG e segue aguardando respostas concretas e o cumprimento das agendas já prometidas. Não vamos recuar!
Essa audiência é mais um passo na nossa luta. A Comissão de Educação pode, inclusive, acionar o Ministério Público diante do cenário apresentado. Seguimos firmes, mobilizados e comprometidos com a valorização e o respeito aos EEBs.
Todos os estados deveriam ter uma Deputada que acolhesse os profissionais da educação, principalmente os do inciso II, do artigo 61, da LDB!
AFOR presente do início ao término da Audiência do SINDESPE. Parabéns colegas do SINDESPE, a nossa visibilidade e credibilidade passa pelo anúncio da nossa existência, pela denúncia da nossa precarização e relevante a presença da AMIE, com a Geovanna em defesa dos especialistas.
A união faz com que sejamos mais resistentes diante de uma luta desigual! Quero registrar que deixei inúmeras mensagens e alguma práticas no chat. Forte abraço! Só a luta muda...
Associação Fluminense de Orientadores Educacionais – ASFOE/RJ
A ASFOE participou de um momento relevante para a educação pública ao integrar o processo de constituição do Fórum Municipal de Educação de Araruama, realizado na Secretaria Municipal de Educação de Araruama.
A entidade foi representada por sua presidente, Thatiana Tavares Pereira, que também representou a Ação Formativa (AFOR) e que acompanhou a audiência pública convocada para discutir a criação do Fórum. O encontro reuniu representantes do poder público e da sociedade civil, com o objetivo de estruturar um espaço permanente de diálogo e acompanhamento das políticas educacionais no município.
Durante a audiência, foram debatidos aspectos relacionados à organização, às atribuições e à importância do Fórum Municipal de Educação, considerado um instrumento estratégico para o fortalecimento da gestão democrática e do controle social. A iniciativa busca ampliar a participação de diferentes segmentos na formulação, monitoramento e avaliação das políticas públicas educacionais.
A presença da ASFOE no processo reforça o papel da entidade na defesa da participação coletiva e na qualificação dos debates educacionais, especialmente no que se refere à atuação dos especialistas em educação.
A constituição do Fórum representa um avanço institucional para o município, ao consolidar um espaço voltado à construção de políticas educacionais mais participativas e alinhadas às demandas da comunidade escolar.
A Associação Campo-grandense de Supervisores Escolares – ACSE/MS, por meio de sua presidente, Helena de Sá, promoveu uma reunião com o tema “Aposentadoria do Servidor Público Municipal da PMCG e seus reflexos no Especialista em Educação da REME”.
O encontro contou com a participação do advogado previdenciarista, Dr. Joel Barros Rodrigues, que ministrou a palestra, destacando-se pela clareza e relevância das informações apresentadas. Além da qualidade do conteúdo abordado, as participantes foram acolhidas em um ambiente organizado e receptivo, que incluiu um coffee break cuidadosamente preparado, favorecendo a interação e o fortalecimento dos vínculos profissionais.
Cumpre destacar que, embora a recente Lei nº 15.326/2026 reconheça, de forma categórica, os especialistas em educação como integrantes do magistério, o regime previdenciário vigente ainda carece de regulamentação específica que assegure a redução do tempo de serviço para aqueles que atuam no suporte pedagógico. Essa lacuna normativa evidencia uma assimetria de direitos, especialmente para os profissionais que sustentam a base técnica e intelectual do processo educacional.
A iniciativa reafirma o compromisso da presidente Helena de Sá com as demandas da categoria, evidenciando sua atuação atenta e propositiva em defesa dos direitos dos profissionais da educação.
Segunda chamada Pública - ASFOE RJ
A definição da identidade visual do Congresso Nacional de Ação Formativa foi concluída por meio de um processo democrático e participativo, com ampla adesão das comissões envolvidas. Ao final da apuração, foram registrados 41 votos válidos, representando índice de engajamento superior a 56%, o que confere consistência e legitimidade ao processo deliberativo.
O logotipo número 2 foi o escolhido, ao receber 30 votos, correspondendo a 73% das preferências. A segunda proposta obteve 8 votos (19,5%), enquanto as demais opções somaram 3 votos (7,5%), sem impacto no resultado final.
A participação por comissões evidenciou maior adesão da Comissão Científica, seguida pelos grupos de Gestores e Coordenação, que sustentaram a base de participação no processo. A Comissão de Programação também contribuiu para a validação do resultado, ainda que com menor volume de votos.
Dessa forma, a escolha do logotipo número 2 consolida a etapa de deliberação com elevado grau de convergência institucional, assegurando representatividade e unidade entre os diferentes segmentos organizacionais. O resultado fortalece a identidade visual do evento e contribui para a coesão da comunicação institucional do IV CONNAFOR junto à comunidade acadêmica e profissional.
Coordenadora geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
Assista a gravação no canal de vídeos da Afor:
youtube.com/@afornacional
Vitor Henrique Paro é professor emérito da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração Escolar - Gepae
É autor de livros como:
Educação como exercício do poder
Crítica da estrutura da escola
Professor: Artesão ou operário?
O capital para educadores
Gestão democrática da escola pública
Administração escolar: introdução crítica.
Fonte: www.vitorparo.com.br
Principais locais para encontrar suas produções, reflexões, palestras, entrevistas:
Canal no YouTube: Vitor Henrique Paro, está também no Instagram, tem sua home page: www.vitorparo.com.br.
Um material riquíssimo para a elevação da qualidade da educação brasileira.
Mais uma vez a AFOR, agradece imensamente a liberação de seus conteúdos.
A Ação Formativa (AFOR) parabeniza a Associação dos Orientadores Educacionais de Santa Catarina (AOESC), entidade membro da AFOR, por marcar presença no seminário “Vivas e Decididas – contra o Feminicídio”, realizado no dia 5 de março de 2026, no Auditório Antonieta de Barros da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), em Florianópolis. O evento integrou a programação oficial do 8M, Dia Internacional da Mulher e foi organizado pelo mandato da deputada estadual Luciane Carminatti.
O seminário reuniu autoridades, especialistas, movimentos sociais e representantes de instituições públicas para debater estratégias de prevenção à violência contra a mulher e ao feminicídio. Durante o encontro, foram discutidos temas como responsabilidade institucional, masculinidade e fortalecimento de redes de apoio às mulheres. Também foi assinado um Acordo Interpoderes para o enfrentamento do feminicídio em Santa Catarina, marcando compromissos entre órgãos públicos para reforçar políticas de proteção e prevenção.
A AOESC esteve representada pela Orientadora Educacional Olga Norzine Nunes, reforçando o compromisso das entidades educacionais ligadas à AFOR com a promoção do bem-estar, da segurança e da valorização das mulheres. Para a Ação Formativa, a participação da AOESC fortalece o diálogo entre organizações educacionais e sociais na construção coletiva de políticas públicas de proteção às mulheres.
A AFOR destaca que encontros como este demonstram a importância da colaboração entre sociedade civil, entidades educacionais e poderes públicos, reafirmando o compromisso coletivo com a proteção, valorização e empoderamento feminino.
No dia 5 de março, a Câmara Municipal de Maceió realizou uma sessão solene em reconhecimento a profissionais que se destacam na educação pública de Alagoas. A iniciativa foi proposta pela vereadora Teca Nelma e contou com a presença de educadores e representantes institucionais.
O professor Severino Soares recebeu a Comenda Governador Theobaldo Barbosa, destinada a personalidades que contribuem de forma significativa para a educação e o desenvolvimento social. Na mesma ocasião, a pedagoga e inspetora educacional Edja Rocha, que atuou como membro da ASISEAL na AFOR, foi agraciada com a Comenda Jarede Viana, reconhecimento por sua atuação na valorização da educação pública e do trabalho pedagógico.
A Ação Formativa (AFOR) registra seu reconhecimento à Associação dos Inspetores Educacionais dos Sistemas de Ensino de Alagoas (ASISEAL), destacando a importância da entidade na valorização e fortalecimento da inspeção educacional. De modo especial, a AFOR parabeniza o Inspetor Severino e a Inspetora Edja por suas contribuições à gestão educacional e à formação docente.
Além disso, a AFOR parabeniza todos os profissionais vinculados à ASISEAL, destacando que, em agosto, a associação será anfitriã do maior congresso nacional para profissionais da educação, previstos no inciso II do artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, evento que reforça a relevância não só da inspeção educacional, mas também da orientação educacional e da supervisão escolar na organização e na qualidade da educação pública.
Prof. Celso dos Santos Vasconcellos, Doutor em Educação pela USP, Mestre em História e Filosofia da Educação pela PUC/SP, Pedagogo, Filósofo, pesquisador, escritor, conferencista, professor convidado de cursos de graduação e pós-graduação, responsável pelo Libertad - Centro de Pesquisa, Formação e Assessoria Pedagógica.
Autor dos livros: Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico; Construção do Conhecimento em Sala de Aula; Avaliação: Concepção Dialética-Libertadora do Processo de Avaliação Escolar; (In)Disciplina: Construção da Disciplina Consciente e Interativa em Sala de Aula e na Escola; Para Onde Vai o Professor - resgate do professor como sujeito de transformação; Superação da Lógica Classificatória e Excludente da Avaliação: do “é proibido reprovar” ao é preciso garantir a aprendizagem; Avaliação da Aprendizagem: Práticas de Mudança - por uma práxis transformadora; Coordenação do Trabalho Pedagógico: do projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula; Indisciplina e Disciplina Escolar: fundamentos para o trabalho docente; Currículo: A Atividade Humana como Princípio Educativo.
Fonte: http://www.celsovasconcellos.com.br/
Suas redes e site:
Site: http://www.celsovasconcellos.com.br/
Ele está no Instagram, no Facebook e no YouTube também.
Se aprofundem nesses conhecimentos.
A AFOR trazendo uma série de doutores, intelectuais com conteúdos riquíssimos para a elevação da qualidade da educação brasileira.
Mais uma vez, a AFOR expressa seu profundo agradecimento pela autorização de uso do texto concedida pelo professor doutor Celso dos Santos Vasconcellos.
O IV Congresso Nacional da Ação Formativa será realizado em agosto/2026, dias 19, 20 e 21, em Maceió (AL).
Entidade anfitriã: ASISEAL - Associação dos Inspetores Educacionais dos Sistemas de Ensino de Alagoas.
Neste Dia do Servidor e da Servidora Pública, nosso reconhecimento a todas e todos que fazem do serviço público um compromisso com a sociedade e com o bem coletivo.
Destacamos, especialmente, os profissionais da educação contemplados pelo inciso II do art. 61 da LDB nº 9.394/1996, que exercem funções de suporte pedagógico à docência. Seu trabalho é essencial à organização do ensino, à qualificação das práticas pedagógicas e à garantia do direito à educação.
Valorizar esses profissionais é fortalecer a luta por uma educação pública, laica, democrática, inclusiva e de qualidade social, comprometida com a formação humana, a cidadania e a justiça social.
Neste 28 de junho, celebramos o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, reafirmando um compromisso que faz parte da essência da Ação Formativa (AFOR): promover uma educação baseada no respeito, na dignidade humana e na valorização da diversidade. Acreditamos que aprender é também reconhecer o outro, combater todas as formas de preconceito e construir espaços onde cada pessoa possa ser quem é, com liberdade, segurança e orgulho.
Formar cidadãos e profissionais vai além da transmissão de conhecimentos. É contribuir para uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática, em que a pluralidade de identidades, trajetórias e vozes seja respeitada e valorizada.
Nesse dia 18 de maio, lembramos a importância de proteger crianças e adolescentes contra qualquer forma de abuso e exploração sexual.
Essa é uma responsabilidade coletiva.
Muitas violências acontecem em silêncio, dentro de ambientes conhecidos, e deixam marcas profundas. Por isso, escuta, acolhimento e informação são fundamentais.
Falar sobre proteção não tira a inocência das crianças. Ajuda a preservar.
Faça bonito. Proteja a infância.
O Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, lembrado em 7 de abril, nasce da memória do trágico episódio ocorrido em 2011 na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, um marco que despertou o país para a urgência de cuidar das relações no ambiente escolar. Essa lembrança convida a uma postura ativa, que ultrapassa a data e se traduz em compromisso diário.
A raiz das palavras ilumina esse caminho. A paz, do latim pax, expressa equilíbrio, harmonia e reconciliação. O respeito, do latim respectus, significa “olhar novamente”, um olhar mais atento e consciente que reconhece o valor do outro. Esse movimento de olhar novamente sustenta relações mais justas e cuidadosas, criando as condições para a vivência da paz no cotidiano.
A AFOR assume, nesse contexto, a responsabilidade de semear essas atitudes em cada uma de suas entidades. O ato de semear exige presença, constância e intenção. Cada gesto de escuta, cada orientação e cada exemplo tornam o solo mais fértil para relações mais humanas. A colheita se revela, ainda que silenciosa, em ambientes mais acolhedores, vínculos fortalecidos e na alegria de quem se sente visto e pertencente.
O pensamento de Paulo Freire inspira esse compromisso ao afirmar que “A educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Essa compreensão dialoga com a sensibilidade presente em seus escritos sobre a escola como um espaço de vida, onde se constrói conhecimento e também se constroem laços. A escola, como lugar onde se faz amigos, se aprende a conviver e se humanizar, torna-se o terreno fértil para o cultivo da paz e do respeito. Esse é o horizonte que orienta cada ação e cada escolha no presente.
A água não é um recurso infinito e é um direito humano que precisa ser preservado. A gestão negligente e o consumo desenfreado ignoram os limites biológicos do planeta. Preservar a água é preservar a vida.
No Brasil:
- O país concentra cerca de 12% da água doce do mundo.
- 70% da água é usada na agricultura, o setor que mais consome esse recurso.
É hora de agir, economizar e repensar nosso consumo. Cada gota conta!
Junte-se a AFOR, PRESERVE!
O Dia Mundial da Poesia, celebrado em 21 de março e instituído pela UNESCO em 1999, é muito mais do que uma homenagem à expressão poética; é um convite à revalorização da linguagem enquanto força crítica capaz de revelar e transformar o nosso modo de ver o mundo.
No poema Das Utopias, Mário Quintana nos lembra que, mesmo quando as coisas parecem inatingíveis, não é motivo para não querê-las, lembrança poética de que a busca pelo ideal não é ingênua, mas constitutiva da própria experiência humana. A poesia, assim como as utopias, expande nossa imaginação e nos impele a questionar as ordens estabelecidas, confrontar injustiças e sonhar com realidades mais justas. Celebrar a poesia é, portanto, reconhecer seu papel não apenas estético, mas político, afirmando que imaginar o impossível é passo essencial para a construção de um mundo mais equitativo, ético e humano.
O Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, foi oficialmente instituído em 2011 pela ONU, reforçando a importância da conscientização, da inclusão e da promoção dos direitos das pessoas com síndrome de Down em todo o mundo.
A inclusão na educação é um compromisso com a valorização da diversidade humana, reconhecendo que cada estudante aprende de forma singular e contribui de maneira única para o ambiente coletivo. No contexto da Síndrome de Down, promover práticas inclusivas significa garantir acesso, participação e desenvolvimento pleno, rompendo barreiras e preconceitos. Nesse processo, a escola deixa de ser um espaço de adaptação para se tornar um lugar de pertencimento, onde a diferença é compreendida como parte essencial da construção do conhecimento.
Conforme lembra Angela Davis, “em uma sociedade racista, não basta não ser racista — é necessário ser antirracista” (Davis, Women, Race & Class, 1981).
Essa provocação nos impele a abandonar a indiferença confortável e a assumir uma postura ativa contra todas as formas de discriminação. A luta antirracista não se limita a posições individuais de moralidade; exige uma prática contínua e estruturada de transformação social e política, que se manifesta no questionamento das instituições, das políticas públicas, das normas culturais e das relações cotidianas que reproduzem desigualdades. É essencial reconhecer o racismo como um problema sistêmico e não apenas individual para construir uma sociedade que não apenas condene a discriminação, mas que promova justiça, equidade e inclusão em todos os níveis. Ser antirracista consiste, acima de tudo, em compreender que a neutralidade nunca será suficiente; a ação consistente, coletiva e crítica é a base da possibilidade de mudança real.
O 25 de novembro recorda às irmãs Mirabal, "Las Mariposas", que foram assassinadas de forma brutal, no ano de 1960, na República Dominicana, durante o regime de Rafael Trujillo. Elas se tornaram um símbolo pela coragem, resistência e pela luta por ter direito a viver sem violência.